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	<title>ACIPS</title>
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	<description>Associação Comercial e Industrial de Porto Santo</description>
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		<title>Jardim felicitou ACIPS pela coragem em inovar a Expo Porto Santo</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 11:07:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Leandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Porto Santo não se deixa abater O presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, felicitou, ontem, a ACIPS «pela coragem que teve em inovar a Expo Porto Santo». O líder madeirense que falava na inauguração do certame promovido pela Associação Comercial e Industrial do Porto Santo, no pavilhão multiusos, realçou que face à conjuntura actual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="80%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">Porto Santo não  se deixa abater</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div><em>O  presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, felicitou, ontem, a  ACIPS «pela coragem que teve em inovar a Expo Porto Santo». O líder  madeirense que falava na inauguração do certame promovido pela  Associação Comercial e Industrial do Porto Santo, no pavilhão multiusos,  realçou que face à conjuntura actual foi importante apostar num novo  modelo de exposição, Por seu turno, o presidente da Câmara, Roberto  Silva, voltou a queixar-se das ligações aéreas para a ilha. </em></div>
<div>Alberto João Jardim felicitou a ACIPS pela mudança no modelo da Expo  Porto Santo, certame que decorre até 5 de Setembro no pavilhão multiusos  da ilha, este ano com aposta em &#8220;outlet&#8221;.<br />
Para o presidente do Governo Regional «o Porto Santo não se deixa  abater», visto que a política económica na Região tem seguido por  caminhos seguros, contrariando a fórmula seguida em Portugal.<br />
Tal como referiu «o modelo anterior de exposição estava esgotado e não  reunia o consenso, principalmente dos sectores económicos do Porto  Santo», tornando-se «excessivamente dispendioso e levantavam-se algumas  dúvidas sobre a rentabilidade do investimento feito».<br />
Jardim felicitou a direcção da ACIPS «porque não teve medo de introduzir  as mudanças necessárias» e porque «soube colher os ensinamentos do  passado e soube ver nos modelos anteriores o que mais convinha à ilha».<br />
Esta postura da associação representativa do tecido empresarial do Porto  Santo agradou o presidente do Governo Regional, por não estar «com medo  de preconceitos nem agarrada ao conservadorismo», bem como pela  «coragem que tiveram em tomar a ousadia e a criatividade de um novo  modelo de exposição».<br />
Alberto João Jardim mostrou-se convicto de que esta opção «adapta-se à  dimensão do mercado do Porto Santo com os seus 5.500 consumidores e à  oportunidade que significa fazer no final de Agosto com a presença ainda  de muito turismo um evento virado para a realidade regional».<br />
Ao justificar o investimento e a importância do certame para dinamizar o  consumo na ilha, o líder madeirense disse que, em Portugal, as pessoas  estão a ser enganadas. E explicou.«Dizem que a solução para a economia  portuguesa consiste na restrição do consumo, mas são os mesmos poderes  públicos do Estado Central que, paralelamente, vão aumentando a despesa  do próprio Estado», acusou Jardim.<br />
Nas palavras do chefe do Executivo, baseando-se em números do Banco de  Portugal, Jardim disse que «o Estado que aconselha à restrição do  consumo e que fomenta a restrição do crédito, aumentou a despesa pública  outra vez em sete por cento quando a receita cobrada a mais devido ao  aumento de impostos não chegou os cinco por cento».</p>
<p>Portugal precisa de mais investimento</p>
<p>Para o líder madeirense «Portugal está a cair numa estratégia que faz  lembrar os países de Leste antes da queda do Muro de Berlim». Eram  ditaduras, que segundo Jardim, aguentavam-se de empréstimos estrangeiros  dos capitalistas ocidentais. Essa dependência levou a decisões em  prejuizo dos cidadãos com menor poder de compra a sofrer as  consequências da política económica. O chefe do Governo deu como  exemplos as medidas de austeridade impostas na Roménia e na Bulgária,  países onde as pessoas passaram fome e morreram de frio por falta de  aquecimento.<br />
«Portugal está a ir por este caminho», alertou Alberto João Jardim.  Culpou o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos «que é mais do Bloco  de Esquerda do que do Partido Socialista», na medida em que «não reduz a  despesa do Estado, aumenta os impostos aos cidadãos, reduz o crédito às  pessoas e manda reduzir o consumo».<br />
Para o presidente do Governo, só é possível dinamizar a economia de um  país se tiver mais massa monetária a circular e dessa forma conseguir  multiplicar o número de operações, revelando a fórmula económica que  devia ser aplicada em Portugal.<br />
Acrescentou que o país precisa de mais investimento para gerar mais  consumo e por essa via mais emprego. «Estamos a fazer ao contrário,  visto estarem a fechar as empresas, estão a reduzir o número de pessoas  que trabalham e com este aumento do desemprego a despesa do Estado está a  aumentar ainda mais, porque é preciso pagar os subsdídios de desemprego  e os subsídios que não se pode deixai morrer à fome».<br />
Segundo Jardim as perspectivas não são animadoras e o próximo Orçamento  de Estado pode vir a contemplar novo aumento de imposto. «O sistema  político tem de ser alterado, sob pena de quando acordármos estar a  decorrer uma convulsão social no país ou numa completa ruina», alertou o  líder madeirense, lamentando o conformismo vigente há vários anos.</p>
<p>Porto Santo não se resigna</p>
<p>O presidente da Câmara Municipal do Porto Santo, Roberto Silva disse que  a população da ilha «não se resigna face às dificuldades impostas,  sobretudo pelos transportes aéreos que presta um mau serviço».<br />
O autarca criticou as recentes declarações de Bernardo Trindade,  secretário de Estado do Turismo quando defendeu a criação pelo Governo  Regional de uma companhia de aviação. Roberto Silva recordou que essa é  uma competência do Governo da República. «Compete ao Governo da  República assegurar a continuidade territorial», disse.<br />
Roberto Silva mostrou-se disponível e preparado para continuar a  desenvolver a ilha e pautar a sua acção pela afirmação do Porto Santo.<br />
Finalmente, José António Castro, presidente da ACIPS, enalteceu o  entendimento com o Governo Regional na mudança do modelo da Expo Porto  Santo e destacou que o certame constitui uma «plataforma de negócios»  importante para os empresários da ilha.<br />
O responsável pela ACIPS disse ainda que «o Porto Santo não vende gato  por lebre», referindo-se às qualidades naturais, de sossego e paz da  ilha.</p></div>
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		<title>Vinho e Bordado Madeira presentes na Expo Porto Santo</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 09:27:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Leandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto do Vinho, do Bordado e do Artesanato da Madeira, I.P, marcará presença, como vem sendo habitual, na edição 2010 da Expo Porto Santo/Nautitur, com o objectivo de promover e consolidar o conhecimento dos produtos regionais, com particular enfoque no Vinho e Bordado da Madeira. Assim, o stand do IVBAM conta uma área de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: large;"><strong></strong></span>O Instituto do Vinho, do Bordado e do Artesanato da Madeira, I.P,  marcará presença, como vem sendo habitual, na edição 2010 da Expo Porto  Santo/Nautitur, com o objectivo de promover e consolidar o conhecimento  dos produtos regionais, com particular enfoque no Vinho e Bordado da  Madeira.<br />
Assim, o stand do IVBAM conta uma área de 27m² e divide-se em três áreas, Vinho Madeira, Vinhos de Mesa e Bordado Madeira.<br />
O design do stand foi concebido de forma a dar continuidade à Campanha  de Verão do Madeira com Gelo e Muito+, associando também os cocktails  refrescantes ao Vinho Madeira.<br />
Para além da presença do Vinho Madeira, estará também em evidência o  Vinho com Denominação de Origem Protegida “Madeirense” e o Vinho com  Indicação Geográfica Protegida “Terras Madeirenses”, branco e rosé,  sugerindo frescura no calor do Verão.<br />
O espaço Bordado Madeira terá presente a imponente toalha de Bordado  Madeira, A Venturosa, uma autêntica obra de Arte, desenhada pelo artista  Leandro Jardim, aquando da Expo 98, para exposição no Pavilhão da  Madeira.<br />
“É uma representação única do Bordado Madeira, na qual está patente uma  homenagem aos Descobrimentos Portugueses”, sublinha o IVBAM.<br />
Esta acção envolveu um investimento de cerca de 4.000,00 euros e  enquadra-se nos projectos co-financiados no âmbito do Intervir + de  Promoção do Vinho Madeira e do Bordado da Madeira.</p>
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		<title>Presidente da ACIPS, António Castro, fala da Expo Porto Santo/Nautitur 2010</title>
		<link>http://acips.com.pt/presidente-da-acips-antonio-castro-fala-da-expo-porto-santonautitur-2010/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 09:25:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Leandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Crescemos em qualidade e quantidade É inaugurada hoje na ilha do Porto Santo pelo Presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, a Expo Porto Santo/Nautitur 2010, que irá prolongar-se até 5 de Setembro, no Pavilhão Multiusos da ilha “dourada”. Em entrevista ao JM, o presidente da Associação Comercial e Industrial do Porto Santo garante um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="80%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">Crescemos em qualidade e quantidade</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td>
<table cellspacing="5" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#eeeeee">
<div><em>É  inaugurada hoje na ilha do Porto Santo pelo Presidente do Governo  Regional, Alberto João Jardim, a Expo Porto Santo/Nautitur 2010, que irá  prolongar-se até 5 de Setembro, no Pavilhão Multiusos da ilha  “dourada”. Em entrevista ao JM, o presidente da Associação Comercial e  Industrial do Porto Santo garante um evento com qualidade, destacando as  várias novidades para a edição deste ano. Segundo António Castro esta  13.ª edição da Expo Porto Santo irá contar, nomeadamente, com um espaço  “outlet” e uma aposta renovada na gastronomia. Estarão presentes 95  entidades distribuídas por 270 stands.</em></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.jornaldamadeira.pt/fotos/14_160756.jpg" border="1" alt="" hspace="5" vspace="5" width="200" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Jornal da Madeira &#8211; Quais são as principais linhas orientadoras da edição deste ano da Expo Porto Santo/Nautitur?</p>
<p>António Castro &#8211; Como linhas orientadoras, visamos a promoção do tecido  empresarial, local e regional, a própria promoção da Ilha do Porto Santo  no contexto Regional, assim como plataformas de negócios para o  Atlântico.</p>
<p>JM &#8211; O que é que os visitantes poderão encontrar na feira e quais são as principais novidades?</p>
<p>AC &#8211; Os visitantes de ano para ano, responsabilizam-nos por uma  Exposição de maior qualidade, sendo essa qualidade naturalmente exigida  pela ACIPS, enquanto entidade organizadora do evento.<br />
Estamos cientes que a qualidade que o evento merece não corresponde às  expectativas de todos os visitantes, mas tentamos sempre melhorar e  abarcar todas as preferências.<br />
Neste caso, a ACIPS em parceria com a empresa Incutânimo levará a efeito  um Outlet no sentido de apresentar produtos inexistentes na Ilha, a  preços bastante convidativos.<br />
Melhorámos também o nosso 6.º Festival Gastronómico, incutindo-lhe com um novo visual, e nova disposição e dinâmica.<br />
Com as dificuldades que o tecido empresarial atravessa, pensamos nós que  esta parceria com os nossos Associados e Não Associados vem ajudá-los  no prolongamento da sua facturação, possibilitando um Verão mais  extenso.<br />
Com este convénio a ACIPS sente-se cada vez mais forte e apta para ajudar os empresários locais nos momentos difíceis.<br />
Preparámos o 3.º Mercado da Agricultura em parceria com a “AJAMPS”, a  fim de chamar a atenção dos jovens da Ilha para o potencial agrícola que  o Porto Santo oferece.</p>
<p>JM &#8211; Este é já um acontecimento fundamental para divulgar as actividades económicas no Porto Santo?</p>
<p>AC &#8211; Sim, este é já um evento que faz parte do calendário de Feiras a  nível Nacional, onde os expositores do Continente e da Madeira já se  habituaram a estarem presentes. Tanto assim que já foram realizadas 13  Exposições com muita qualidade, sendo esta em muito justificada pela  contínua presença de expositores de fora da Ilha e da Região. É com este  tipo de Eventos que trazemos mais turistas ao Porto Santo, onde os  expositores que chegam do exterior são normalmente acompanhados de  familiares, amigos e funcionários, assim como os Hotéis e Residenciais,  Restaurantes e Bares e todas as empresas ligadas aos serviços poderão  tirar partido desta mais-valia.</p>
<p>JM &#8211; A qualidade do evento é uma das preocupações da ACIPS? Quais os parâmetros que presidem a essa qualidade?</p>
<p>AC &#8211; Sendo a ACIPS uma Instituição certificada, de utilidade pública,  torna-se imperativo agirmos mediante as normas que nos são exigidas pela  respectiva entidade certificadora, pelo que, o critério que preside à  escolha dos expositores é muito rigoroso. Mas, por outro lado, não  podemos escolher só as empresas que apresentam todos os requisitos  exigidos, pois há que ir ao encontro das preferências dos visitantes.</p>
<p>Superadas todas<br />
as expectativas</p>
<p>JM &#8211; Qual foi a resposta das empresas ao desafio lançado pela ACIPS?  Quantas empresas vão estar presentes e de que sectores de actividade?</p>
<p>AC &#8211; Apesar da conjuntura não ser a mais favorável, foram superadas  todas as expectativas, e o trabalho de divulgação do evento foi  plenamente conseguido daí que as empresas vêm na Expo Porto  Santo/Nautitur uma excelente oportunidade de negócios.<br />
Em relação aos eventos anteriores crescemos em qualidade e quantidade.  Neste evento estarão presentes cerca de 95 entidades (num total de 270  stands) sendo que na sua grande maioria se enquadram nos sectores do  comércio e serviços.</p>
<p>JM &#8211; Num ano onde as dificuldades são muitas, como é que a ACIPS conseguiu ultrapassá-las para garantir a realização do certame?</p>
<p>AC &#8211; As dificuldades foram muitas, mas para além do apoio dos  expositores que estarão presentes, destacamos a cedência do Pavilhão  Multiusos por parte do Governo Regional, o apoio logístico por parte da  Câmara Municipal e da Direcção Regional de Administração Pública do  Porto Santo. O importante apoio dos nossos sponsors e outros apoiantes  foi determinante para a realização deste evento.<br />
Costumo dizer que nos momentos mais difíceis temos que utilizar a  inteligência e foi isso que fizemos. Os apoios em espécie foram  essenciais para a realização desta feira, e foram conseguidos em  resultado das parcerias atrás mencionadas.</p>
<p>JM &#8211; De onde vêm os principais apoios?</p>
<p>AC &#8211; Os apoios mais relevantes vêm sempre do Governo Regional da Câmara  Municipal do Porto Santo e da Administração Pública Local.</p>
<p>JM &#8211; Estão, portanto, reunidas todas as condições para que a edição deste ano da Expo Porto Santo/Nautitur seja um sucesso?</p>
<p>AC &#8211; Como em todas as anteriores edições, a deste ano será também um  sucesso, já esperado por todos os Portosantenses, pois tudo foi planeado  devidamente para que assim seja.</p>
<p>JM &#8211; Que temas serão abordados nos seminários previstos para o decorrer do certame?</p>
<p>AC &#8211; Este ano concentraremos as atenções num seminário em particular,  que se realizará no dia 30, e onde será debatido através do IDE e  ACIN.GOV o tema: Contratação Pública Internacional – “Uma nova via para a  competitividade das PMES.”</p>
<p>Gastronomia e animação<br />
em destaque</p>
<p>JM &#8211; A gastronomia constitui sempre uma atracção nestes eventos, o que é que o visitante poderá encontrar na Expo Porto Santo?</p>
<p>AC &#8211; Este ano inovámos a área Gastronómica, pois assentará basicamente  na gastronomia Portosantense, ou seja, contará com a participação  maioritária de empresários locais.<br />
Os empresários presentes terão o apoio da Câmara Municipal do Porto  Santo através da isenção do pagamento de licenças e da verba relativa à  respectiva ocupação, entre os dias 27 de Agosto a 6 de Setembro.<br />
É neste contexto de colaboração (CM &#8211; ACIPS) que procuramos ajudar os  empresários a melhorarem a sua facturação anual e ao mesmo tempo a  promover as próprias empresas.<br />
Como já é do conhecimento público a gastronomia portosantense é de alta  qualidade o que contribui também para projectar a ilha do Porto Santo no  exterior.</p>
<p>JM &#8211; E na vertente da animação, o que é que está  previsto?</p>
<p>AC &#8211; Nesta vertente, que é muito procurada pelo público, teremos este ano os artistas portosantenses na ribalta!<br />
Na inauguração da Expo teremos os Seca Pipas, e a Banda de Nossa Senhora  da Piedade. Ao longo do evento actuarão outros artistas entre os quais  Décio e Carina, Marcial e Gabriel.<br />
Refira-se aliás que esta feira tem contribuído para a promoção de muitos  artistas portosantenses, daí que este ano não podíamos deixar de  continuar a exercer este papel ao nível da cultura musical  portosantense.<br />
A animação constitui um dos cinco pilares defendidos pela ACIPS como  determinante na procura da ilha, devendo servir como oferta cultural  para todos aqueles que nos visitam.</p>
<p>JM &#8211; Considera que a feira é um cartaz que ajuda a atrair visitantes ao Porto Santo? Quantos é que são esperados?</p>
<p>AC &#8211; A Expo Porto Santo é já cartaz a nível Regional e até Nacional.<br />
A promoção dos eventos em geral, em meu entender, tem que ser uma aposta  efectiva para a Ilha do Porto Santo. É com a Expo Porto Santo, o Rali  Porto Santo Line, o Festival Colombo, as Festas de São João, a Festa das  Vindimas, o Festival de Folclore e o Festival do Petisco, passando pela  utilização do Centro Cultural e de Congressos para a realização de  seminários e congressos, e ainda a promoção de actividades desportivas  entre as quais o Golfe, o Futebol, o Voleibol de Praia e o Ténis que  será efectivamente possível reduzir a sazonalidade da Ilha do Porto  Santo.<br />
Quanto ao número de visitantes preparamos tudo para que tenhamos uma  adesão significativa tal como tem acontecido nas edições anteriores.</p>
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		<title>António Castro diz que deverá envolver cinco áreas fundamentais</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 09:23:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Leandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[ACIPS defende “projecto chapéu” António Castro defende um “projecto chapéu” para a “ilha dourada”. Em declarações ao JORNAL DA MADEIRA, o presidente da Associação Comercial e Industrial do Porto Santo considera que a estratégia deverá assentar em cinco pilares, precisamente, formação, promoção na Madeira, realização de eventos, agricultura e revitalização do comércio. O presidente da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="80%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">ACIPS defende  “projecto chapéu”</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td>
<table cellspacing="5" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#eeeeee">
<div><em>António  Castro defende um “projecto chapéu” para a “ilha dourada”. Em  declarações ao JORNAL DA MADEIRA, o presidente da Associação Comercial e  Industrial do Porto Santo considera que a estratégia deverá assentar em  cinco pilares, precisamente, formação, promoção na Madeira, realização  de eventos, agricultura e revitalização do comércio.</em></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.jornaldamadeira.pt/fotos/1_160224.jpg" border="1" alt="" hspace="5" vspace="5" width="200" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O presidente da Associação Comercial e Industrial do Porto  Santo considera que os apoios ao tecido económico da “ilha dourada”  devem passar por um projecto tipo “chapéu”, o qual deverá ter em linha  de conta cinco vectores, que classificou como fundamentais para o  desenvolvimento sustentado da actividade económica naquela ilha.<br />
Nesse “projecto chapéu”, tal como referiu António Castro, deverá haver  cinco grandes áreas, nomeadamente, «a promoção do Porto Santo na  Madeira, a revitalização do comércio do Porto Santo, a formação  profissional» para a “ilha dourada”, bem como a promoção de eventos que  projectem e atraiam pessoas àquela ilha e atrair os jovens para a  agricultura.<br />
António Castro diz que, neste momento, a Associação de Promoção da  Madeira está a fazer um bom trabalho no exterior. No entanto, defende  que deveria ser feito uma promoção da “ilha dourada” na Madeira, pois «o  Porto Santo vive, essencialmente, dos madeirenses».<br />
A par desse pilar, o presidente da ACIPS defende, igualmente, «um plano  de formação profissional, porque nós temos de acompanhar o  desenvolvimento. Nós temos de corresponder às exigências daqueles que  nos procuram. É preciso, por isso, mais formação, na área das línguas,  nas novas tecnologias, na área dos serviços». Mas também, na área da  gestão ambiental, da gestão empresarial e «maior aproveitamento dos  processos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências.  Ainda neste domínio, António Castro defende, igualmente, a formação de  activos nos meses baixos, precisamente, entre os meses de Outubro e  Maio.<br />
Para António Castro, na área da formação, seria também importante a  realização de cursos de especialização tecnológica, que «visa a  conclusão do secundário e pós entrada para as faculdades, dando mais  créditos nas universidades, como por exemplo, nos cursos de animação  turística, saúde e bem-estar, gestão de turismo e turismo ambiental.<br />
Na sua opinião, um outro pilar será o da promoção de eventos que possam  dar maior dinâmica e maior visibilidade ao Porto Santo. Aquela ilha,  segundo António Castro, «é muito procurado no Verão, na Páscoa, um pouco  no Natal, mas também quando se realizam eventos, como a Expo Porto  Santo — Nautitur, o Rali Porto Santo Line, Festival Colombo, Festas de  São João, nos torneios de golfe, seminários e congressos —tirar maior  aproveitamento do Centro de Congressos —, mas também torneios de  voleibol e futebol de praia no Complexo Desportivo do Penedo do Sono,  entre outros mais que se possam adequar».<br />
Ao nível da revitalização do comércio, António Castro recorda que,  depois do PROCOM, que foi para o terreno há já alguns anos, era bom que  fossem pensados apoios idênticos, por forma a melhorar a imagem das  lojas e restaurantes da “ilha dourada”.<br />
A última vertente deste “projecto chapéu”, tal como referiu, seria a  agricultura, incentivando, por exemplo, mais jovens para este sector.  António Castro reconhece o esforço que tem sido feito pela Secretaria  Regional do Ambiente e Recursos Naturais, «no sentido de atrair as novas  gerações, por exemplo, para a agricultura biológica, por forma a  abastecer a hotelaria do Porto Santo. Penso que podemos ir de encontro  àquilo que o mercado procura, que o mercado quer».</p>
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		<item>
		<title>PORTO SANTO: ACIPS recusa companhia de aviação regional</title>
		<link>http://acips.com.pt/porto-santo-acips-recusa-companhia-de-aviacao-regional/</link>
		<comments>http://acips.com.pt/porto-santo-acips-recusa-companhia-de-aviacao-regional/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 09:14:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Leandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://acips.com.pt/?p=2499</guid>
		<description><![CDATA[Trindade quer desviar turismo do Porto Santo O presidente da ACIPS quer que o Governo da República apoie a SATA permitindo uma redução do tarifário cobrado nas ligações aéreas para o Porto Santo. António Castro recusou a ideia lançada por Bernardo Trindade de ser o Governo Regional a criar uma companhia de aviação e acusou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="80%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">Trindade quer desviar turismo do Porto Santo</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td>
<table cellspacing="5" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#eeeeee">
<div><em>O  presidente da ACIPS quer que o Governo da República apoie a SATA  permitindo uma redução do tarifário cobrado nas ligações aéreas para o  Porto Santo. António Castro recusou a ideia lançada por Bernardo  Trindade de ser o Governo Regional a criar uma companhia de aviação e  acusou o governante de querer desviar o turismo do Porto Santo.<br />
</em></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.jornaldamadeira.pt/fotos/14_159846.jpg" border="1" alt="" hspace="5" vspace="5" width="200" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O presidente da Associação Comercial e Indústrial do Porto  Santo (ACIPS), António Castro, quer que o Governo da República assuma a  sua responsabilidade no apoio aos transportes aéreos de e para a ilha,  afinando pelo mesmo diapasão da posição assumida pelo presidente do  Governo Regional.<br />
Confrontado com a ideia lançada por Bernardo Trindade, esta semana, no  Porto Santo, de que era chegado o tempo de ser feita uma reflexão sobre  as ligações aéreas para a ilha e relançar o debate para a criação de uma  companhia aérea regional, envolvendo o Governo Regional no processo, o  presidente da ACIPS disse que «o secretário de Estado não pode estar,  nesta altura, a cair em contradição, porque a política de transportes  áereos e dos apoios às ligações com o Porto Santo são da  responsabilidade do Governo da República».<br />
Segundo António Castro «toda a estratégia para o Porto Santo está  delineada há muitos anos pelo Governo Regional e agora vem o secretário  de Estado tirar o turismo desta ilha para outros destinos que nada têm a  ver com o território português».<br />
De acordo com o presidente da ACIPS compete ao Governo da República  «apoiar os transportes aéreos para o Porto Santo permitindo assim uma  redução dos tarifários que são pouco atractivos. É preciso reduzir os  preços para trazer mais pessoas ao Porto Santo».<br />
António Castro defende que, neste caso, os apoios devem ser atribuídos à  companhia que neste momento está a operar para a ilha, que é a SATA.  «Não há razão nenhuma para o Governo Regional assumir um encargo desses  quando compete ao Governo da República assegurar a continuidade  territorial», reforçou</p>
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		<title>Simão Santos destaca importância do &#8216;voltar&#8217; à terra</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 09:12:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Leandro</dc:creator>
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<tbody>
<tr>
<td>
<table cellspacing="5" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#eeeeee">
<div><em> </em></div>
</td>
</tr>
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</td>
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<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.jornaldamadeira.pt/fotos/14_159527.jpg" border="1" alt="" hspace="5" vspace="5" width="200" /></td>
</tr>
</tbody>
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<p>O presidente da Associação de Jovens Agricultores da Madeira  e do Porto Santo (AJAMPS) considera importante que as novas gerações  porto-santenses possam interessar-se pela terra. De acordo com Simão  Santos, além do sector primário poder garantir algum emprego, ele poderá  gerar novas fontes de riqueza e, desta forma, esbater também os  impactos da sazonalidade sentidos no principal sector de actividade  daquela ilha, o turismo, em especial na denominada época baixa.<br />
Simão Santos reconhece alguns problemas que são de todos conhecidos,  principalmente no que diz respeito aos custos da dupla insularidade, mas  está convencido que, a exemplo de outros, esse é um obstáculo que  poderá e deve ser ultrapassado com dinamismo e criatividade.<br />
Na sua opinião, para além desse aspecto de complementaridade entre a  agricultura e o turismo, a aposta no sector primário poderá passar por  um reforço da imagem de marca em torno dos produtos agrícolas  porto-santenses. A este propósito, Simão Santos recorda, a título de  exemplo, as uvas e a melancia que, durante anos, eram levados quase como  que &#8220;souvenirs&#8221; daquela ilha.<br />
Uma aposta dos agricultores nesta área poderia ser, em seu entender, uma  forma de potenciar e revitalizar esse produto &#8220;gourmet&#8221;, cuja qualidade  muitos madeirenses ainda se recordam.<br />
Por outro lado, acrescentou ainda o presidente da AJAMPS, «atendendo  ainda ao clima existente e as suas características muito próprias,  permite também produção hortícola e frutícola com bons resultados, o que  demonstra a viabilidade da exploração agrícola na ilha do Porto Santo».<br />
Em seu entender, falar-se na falta de água é uma falsa questão. Tal como  referiu Simão Santos, «se foi possível em tempos produzir no Porto  Santo, se conseguimos manter, hoje, um campo de golfe, com a eficiência  existente nos sistemas de rega actuais aliado à tecnologia, isso prova  que o Porto Santo tem todas as condições para produzir».<br />
E é por acreditar nisso mesmo que, segundo referiu Simão Santos, «a  AJAMPS celebrou, no ano passado, um protocolo com a Associação Comercial  e Industrial do Porto Santo (ACIPS), que apadrinhou esta iniciativa, no  sentido de, conjuntamente, proporcionar formação a todos aqueles que  tenham interesse em a receber e colocando todos os meios disponíveis  para apoiar, incentivar e esclarecer potencias dúvidas tentando  dinamizar o sector primário».<br />
Para já, Simão Santos diz que a AJAMPS está disponível para, logo que  haja interessados e desde que haja disponibilidade financeira, avançar  com a formação no Porto Santo.<br />
Mas, realça ainda o presidente da AJAMPS, «é necessário, também, lançar  este repto aos jovens porto-santenses, para que apostem no sector  primário como uma via empresarial viável e com futuro, arriscando-me a  dizer que será também fundamental para o desenvolvimento da ilha, a  revitalização da agricultura porto-santense».</p>
<p>Impacto positivo na paisagem da ilha</p>
<p>Para além das questões enconómicas, que resultariam de uma aposta, por  parte da juventude, na agricultura do Porto Santo, Simão Santos  considera que um investimento dos jovens neste sector teria também um  impacto muito positivo em termos paisagísticos daquela ilha.<br />
Em seu entender, haveria, com toda a certeza, mais manchas verdes na  paisagem porto-santense, a exemplo do que acontecia noutros tempos, em  especial na zona norte da &#8220;ilha dourada&#8221;, onde a população ia buscar uma  boa parte dos produtos agrícolas. Hoje, tal como referiu, essa missão  ainda está mais facilitada, dados os meios disponíveis em termos de água  de rega.<br />
Em suma, sintetizou Simão Santos, haveria mais produtos agrícolas  disponíveis no mercado, mais riqueza gerada e, simultaneamente, mais  áreas verdes dedicas à agricultura.</p>
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		<title>ACIPS apresenta programa para a 13.ª edição da feira</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 09:10:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Leandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ACIPS apresenta programa para a 13.ª edição da feira Expo Porto Santo com área “outlet” O presidente da Associação Comercial e Industrial do Porto Santo apresentou ontem, em conferência de imprensa, a 13.ª edição da Expo Porto Santo – Nautitur. Uma oportunidade para António Castro revelar algumas das novidades do evento para este ano, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ACIPS apresenta programa para a 13.ª edição da feira</p>
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<tbody>
<tr>
<td valign="top">Expo Porto Santo com área “outlet”</td>
</tr>
</tbody>
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<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td>
<table cellspacing="5" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#eeeeee">
<div><em> </em></div>
</td>
</tr>
</tbody>
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</td>
</tr>
</tbody>
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<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.jornaldamadeira.pt/fotos/14_159404.jpg" border="1" alt="" hspace="5" vspace="5" width="200" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O presidente da Associação Comercial e Industrial do Porto  Santo apresentou ontem, em conferência de imprensa, a 13.ª edição da  Expo Porto Santo – Nautitur. Uma oportunidade para António Castro  revelar algumas das novidades do evento para este ano, com particular  destaque para um espaço “outlet” que irá surgir na área da feira.<br />
Tal como afirmou António Castro, «este ano conseguimos trazer um  “outlet” integrado dentro do próprio evento, em que irão trazer roupas  de marca &#8211; roupas a baixo preço, com roupas de fim de estação &#8211; e que  irá trazer uma melhor imagem, uma melhor qualidade a este evento».<br />
Esta iniciativa, que vai começar a 29 de Agosto e que se prolonga até ao  dia 5 de Setembro, contará ainda com a realização de algumas  conferências temáticas, ou seminários, que, segundo o presidente da  ACIPS, estão a ser ultimados, aguardando-se, apenas, algumas  confirmações, para que depois sejam divulgados.<br />
António Castro, que começou por agradecer à Câmara Municipal e à  Administração Pública do Porto Santo, bem como o Governo Regional, «por  todo o apoio dado», destacou o esforço que foi necessário fazer para  manter a qualidade deste evento, num ano de reconhecidas «dificuldades a  nível mundial, financeiro e económico».<br />
Tal como revelou, desse esforço resultou um total de, aproximadamente,  100 empresas, com um total de 270 stands, também com uma área dedicada à  gastronomia (com 10 stands), bem como uma componente náutica, com cerca  de 700 metros quadrados de área livre. Segundo António Castro, não foi  também descurado o sector da venda de automóveis, sector em franca  expansão, e que terá uma área reservada de, aproximadamente, 1.600  metros quadrados em área descoberta.<br />
Na oportunidade, António Castro disse que pretende que a Expo Porto  Santo registe, este ano, uma boa afluência de pessoas, esperando que  haja uma subida na ordem dos quatro a cinco pontos percentuais,  relativamente à edição anterior.<br />
Durante a sua intervenção, António Castro revelou a presença de algumas  individualidades que irão marcar presença nesta iniciativa, a começar  pelo presidente do Governo Regional, que deverá estar na abertura  oficial do certame, bem como o presidente da edilidade, Roberto Silva, e  os secretários regionais de Educação e Cultura, Recursos Humanos e  Equipamento Social.</p>
<p>Autarquia reconhece esforço da ACIPS</p>
<p>O presidente da Câmara Municipal do Porto Santo enalteceu, ontem, a  determinação da ACIPS em avançar com a realização da Expo Porto Santo.  Roberto Silva fez questão de tornar público o seu «reconhecimento pela  organização de mais esta edição, a 13.ª, da Expo Porto Santo».<br />
Na sua opinião, «a realização desta Expo é também um sinal de confiança  e, acima de tudo, um sinal de não deitar a “toalha ao chão”». Tal como  recordou Roberto Silva, «os tempos não estão fáceis, como disse o  presidente da ACIPS. O mais fácil seria não fazer a feira. Desistir.  Mas, penso que é um sinal que fica da ACIPS. E nós, pela nossa parte,  também vamos fazer, nesta e noutras áreas, um grande esforço e tudo o  que estiver ao nosso alcance, para não deitar a “toalha ao chão”, para  encarar as dificuldades de frente e, acima de tudo, tentarmos encontrar  as melhores soluções para o Porto Santo, o seu desenvolvimento e a sua  afirmação. Tem sido assim ao longo dos últimos anos e vai continuar a  ser, porque nós continuamos a acreditar no Porto Santo, nas suas  potencialidades e no seu futuro».</p>
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		<title>Low Cost” no Porto Santo</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 11:22:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Leandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[António Castro, da ACIPS, sugere escalas com alguma regularidade “Low Cost” no Porto Santo O presidente da Associação Comercial e Industrial do Porto Santo (ACIPS) diz estar optimista quanto ao desenvolvimento da actividade empresarial no Porto Santo, apesar de reconhecer que, neste momento, devido à situação económica verificada a nível mundial, é normal que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>António Castro, da ACIPS, sugere escalas com alguma regularidade</p>
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<tbody>
<tr>
<td valign="top">“Low Cost” no Porto Santo</td>
</tr>
</tbody>
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<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td>
<table cellspacing="5" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#eeeeee">
<div><em> </em></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.jornaldamadeira.pt/fotos/14_159093.jpg" border="1" alt="" hspace="5" vspace="5" width="200" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O presidente da Associação Comercial e Industrial do Porto  Santo (ACIPS) diz estar optimista quanto ao desenvolvimento da  actividade empresarial no Porto Santo, apesar de reconhecer que, neste  momento, devido à situação económica verificada a nível mundial, é  normal que a “ilha dourada” também se ressinta disso.<br />
António Castro prefere, antes, destacar que muito do progresso alcançado  no Porto Santo fica a dever-se à aposta que foi feita por parte do  sector público, «em criar infra-estruturas para que haja melhores  condições de vida». De outra forma, o reflexo da actual conjuntura  económica e financeira seria muito mais notado.<br />
Em seu entender, tudo isso traz e vai continuar a trazer mais-valias  para a “ilha dourada”. A título de exemplo, António Castro fala no Campo  de Golfe do Porto Santo, que tem atraído cada vez mais pessoas, mas  também outras infra-estrutras que se têm revelado de extrema  importância, na medida em que reforçam a oferta que aquela ilha  apresenta a quem a procura, ou para quem poderá vir a procurá-la.<br />
Porém, para António Castro, as ligações aéreas continuam a ser um dos  problemas persistentes. Na sua opinião, os preços das viagens aéreas  deveriam ser mais apelativos. A solução, tal como afirmou, passa muito  por «criar mais transportes aéreos e com preços mais competitivos».<br />
Nesse sentido, o presidente da ACIPS sugere mesmo que seja estudada a  possibilidade das companhias “low cost”, a operar na Madeira (por  exemplo no trajecto Madeira – Lisboa, ou Lisboa Madeira), poderem também  fazer escalas, com alguma regularidade, no Porto Santo.<br />
De acordo com António Castro, seria uma mais-valia também para os  porto-santenses, por forma a poderem também usufruir deste serviço.<br />
Por outro lado, diz ainda António Castro, os preços entre a Madeira e o  Porto Santo também deveriam ser revistos. Pois haveria «um movimento  mais regular, haveria mais pessoas ao longo do ano».</p>
<p>Preços baixariam na época alta</p>
<p>O presidente da ACIPS considera que se houvesse preços mais convidativos  nas ligações aéreas entre a Madeira e o Porto Santo, haveria muito mais  pessoas ao longo do ano e não apenas no Verão, o que iria fazer com que  os preços que são praticados na “ilha dourada” não fossem tão elevados  nesta altura do ano.<br />
Consciente de que uma das críticas muito frequentes é a de que os preços  praticados na “ilha dourada” são muito elevados, António Castro diz que  isso só poderá ser combatido à medida que for esbatida a sazonalidade, à  medida que o Porto Santo for procurado ao longo de mais meses do ano,  que não só os do Verão. E isso, na sua opinião, está a acontecer, com  uma série de medidas que têm sido tomadas.<br />
António Castro não deixa no entanto de admitir que, em alguns casos  pontuais, poderá haver preços que estarão, eventualmente, acima daquilo  que seria recomendado no mercado. No entanto, fez questão de sublinhar  que isso acontece apenas em alguns estabelecimentos, cujos preços,  atendendo à qualidade, poderão pôr em causa, inclusive, a própria imagem  do Porto Santo.</td>
</tr>
</tbody>
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		<title>Cerimónia de entrega de Diplomas</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 11:08:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Leandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Secretário Regional de Educação foi ao Porto Santo entregá-los Formandos receberam diplomas O secretário regional de Educação e Cultura presidiu ontem, no Porto Santo, à cerimónia de entrega de diplomas de vários cursos de formação, nomeadamente na área empresarial. O evento decorreu no Salão Nobre do edifício antigo dos Paços do Concelho da Câmara Municipal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Secretário Regional de Educação foi ao Porto Santo  entregá-los</p>
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<tr>
<td valign="top">Formandos  receberam diplomas</td>
</tr>
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<tbody>
<tr>
<td>
<table cellspacing="5" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#eeeeee">
<div><em> </em></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O secretário regional de Educação e Cultura presidiu  ontem, no Porto Santo, à cerimónia de entrega de diplomas de vários  cursos de formação, nomeadamente na área empresarial.<br />
O evento decorreu no Salão Nobre do edifício antigo dos Paços do  Concelho da Câmara Municipal do Porto Santo.<br />
Segundo Francisco Fernandes, os cursos foram promovidos pela Associação  Comercial e Industrial do Porto Santo (ACIPS).<br />
O financiamento veio do Fundo Social Europeu, num programa total que  ascendeu a 550 mil euros.<br />
O secretário regional de Educação e Cultura adiantou que foram entregues  ontem 80 diplomas, estando outros tantos à espera de melhor  oportunidade para serem entregues aos formandos que não puderam estar  presentes na cerimónia de ontem.</p>
<p>Formação em várias áreas</p>
<p>Em termos de áreas abrangidas pela referida formação, Francisco  Fernandes enunciou a do empreendedorismo, criação do próprio emprego,  coaching, higiene alimentar, gestão financeira, inglês e italiano,  recepcionista e gestão de alojamento.<br />
Na opinião do tutelar da pasta da Educação, este tipo de formação  representa «um reforço de competências» que permite dar aos formandos  melhores oportunidades para iniciar uma profissão.<br />
A título de exemplo, refira-se que foram entregues seis diplomas na área  de educação ambiental, doze em atendimento, quatro de empregada  doméstica e seis em serviço ao cliente.</p>
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		<title>UMa deveria ter um pólo no Porto Santo</title>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 15:42:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Leandro</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-2478" href="http://acips.com.pt/uma-deveria-ter-um-polo-no-porto-santo/diario-2/"><img class="alignleft size-full wp-image-2478" title="diario-2" src="http://acips.com.pt/ficheiros/diario-2.tiff" alt="" /></a><a rel="attachment wp-att-2479" href="http://acips.com.pt/uma-deveria-ter-um-polo-no-porto-santo/captura-de-ecra-2010-05-28-16-35-53/"><img class="aligncenter size-full wp-image-2479" title="Captura de ecrã - 2010-05-28, 16.35.53" src="http://acips.com.pt/ficheiros/Captura-de-ecrã-2010-05-28-16.35.53.png" alt="" width="535" height="628" /></a><a rel="attachment wp-att-2480" href="http://acips.com.pt/uma-deveria-ter-um-polo-no-porto-santo/captura-de-ecra-2010-05-28-16-36-32/"><img class="aligncenter size-full wp-image-2480" title="Captura de ecrã - 2010-05-28, 16.36.32" src="http://acips.com.pt/ficheiros/Captura-de-ecrã-2010-05-28-16.36.32.png" alt="" width="434" height="626" /></a></p>
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